Este Blog é dedicado a jovens adolescentes e se configura como um espaço para a aprendência de quaisquer tema na perspectiva de ampliar a abertura para o respeito, a cooperação, a tolerância... na perspectiva de ampliar para a abertura da responsabilidade do exercício do amor que possibilita a vivência de tornar seres humanos mais humanos.
quarta-feira, 13 de fevereiro de 2013
LIVRO INTELIGENTE
"Livro Inteligente é uma criação do psicólogo Mauro Rubens da Silva, a partir de conhecimentos adquiridos no meio digital, onde havia “mergulhado” (1997) na criação de audiovisual, software para computador e celular". Ele nos brinda com um livro com as Fábulas de Esopo em versão bilíngue, impressa, em versão digital com possibilidades de ouvir enquanto se vê e lê na tela. " Livro Inteligente busca discutir e trazer novas formas de produção e distribuição do livro, indo além do objeto em direção à comunhão entre os seres nesta Nova Era. Livro inteligente somos todos nós."
Minha gente, não é mesmo uma ideia genial?
Aventure-se!
Saiba mais em: http://livrointeligente.com.br/livro-fabulas-de-esopo-aesops-fables-22-volume-i
terça-feira, 12 de fevereiro de 2013
REGISTRO PARCIAL DA III FEIRA DO CONHECIMENTO DO CECAME
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| Turma do 2º Ano do Ensino Médio\2012 apresentando conclusões dos estudos realizados sobre Reprodução Humana e DST |
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| As CCC, competentes, compromissadas e carinhosas professoras Gilmara Sandra e Cecília Crispim |
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| Alegria e amizade jorrando na escola |
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| Presença responsável e fundamental dos pais |
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| Aprendizagem para a vida significa o alinhamento de conhecimentos teóricos aplicados à realidade concreta do aqui-agora |
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| O gestor do Colégio Estadual Cândido Meireles, Emanuel Ribeiro, as professoras Isabela Brito e Janine Silva em diálogo com as estudantes Lília Vieira, Kathariny Barreto e Suelen Silva |
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| Interação com os amigos das escolas circunvizinhas |
terça-feira, 1 de janeiro de 2013
FELIZ ANO NOVO!
http://pt.wikipedia.org/wiki/Ode_%C3%A0_Alegria
ODE À ALEGRIA,
de Friedrich von Schiller, tradução do original, tal como se canta na nona sinfonia de Ludwig van Beethoven.
- (Barítono)
- Oh amigos, mudemos de tom!
- Entoemos algo mais agradável
- E cheio de alegria!
- (Barítonos, quarteto e coro)
- Alegria, mais belo fulgor divino,
- Filha de Elíseo,
- Ébrios de fogo entramos
- Em teu santuário celeste!
- Teus encantos unem novamente
- O que o rigor da moda separou.
- Todos os homens se irmanam
- Onde pairar teu vôo suave.
- A quem a boa sorte tenha favorecido
- De ser amigo de um amigo,
- Quem já conquistou uma doce companheira
- Rejubile-se conosco!
- Sim, também aquele que apenas uma alma,
- possa chamar de sua sobre a Terra.
- Mas quem nunca o tenha podido
- Livre de seu pranto esta Aliança!
- Alegria bebem todos os seres
- No seio da Natureza:
- Todos os bons, todos os maus,
- Seguem seu rastro de rosas.
- Ela nos dá beijos e as vinhas
- Um amigo provado até a morte;
- A volúpia foi concedida ao verme
- E o Querubim está diante de Deus!
- (Tenor solo e coro)
- Alegres, como voam seus sóis
- Através da esplêndida abóboda celeste
- Sigam irmãos sua rota
- Gozosos como o herói para a vitória.
- (Coro)
- Abracem-se milhões de seres!
- Enviem este beijo para todo o mundo!
- Irmãos! Sobre a abóboda estrelada
- Deve morar o Pai Amado.
- Vos prosternais, Multidões?
- Mundo, pressentes ao Criador?
- Buscais além da abóboda estrelada!
- Sobre as estrelas Ele deve morar.
terça-feira, 25 de dezembro de 2012
terça-feira, 30 de outubro de 2012
terça-feira, 25 de setembro de 2012
'Medio pan y un libro’ (Meio pão e um livro)
Discurso
do poeta Federico García Lorca, na inauguração da biblioteca de sua
cidade natal, “Fuente Vaqueros”, em Granada, Espanha, em setembro de
1931… Vale a pena ler até o final:
'Medio pan y un libro’ (Meio pão e um livro)
“Quando alguém vai ao teatro, a um concerto ou mesmo a uma festa de qualquer índole que seja, se a festa é de seu agrado, imediatamente lembra e lamenta que as pessoas que ele ama não se encontrem ali. «Minha irmã e meu pai gostariam de estar aqui», pensa, e não desfruta mais do espetáculo, a não ser através de uma leve melancolia. Esta é a melancolia que eu sinto, não pela gente de minha casa, o que seria pequeno e ruim, mas por todas as criaturas que por falta de meios e por desgraça não desfrutam do supremo bem da beleza que é vida e bondade, serenidade e paixão.
Por isso nunca tenho um livro, porque presenteio todos que compro, que são numerosos, e por isso estou aqui honrado e contente em inaugurar esta biblioteca da cidadezinha, a primeira seguramente de toda a província de Granada.
Não só de pão vive o homem. Eu se tivesse fome e estivesse à míngua na rua não pediria um pão; pediria meio pão e um livro. E daqui eu ataco violentamente aos que somente falam de reivindicações econômicas sem jamais apontar as reivindicações culturais que é o que os povos pedem aos gritos. Bem está que todos os homens comam, porém que todos os homens saibam. Que desfrutem de todos os frutos do espírito humano porque o contrário seria convertê-los em máquinas a serviço do Estado, seria convertê-los em escravos de uma terrível organização social.
Eu tenho muito mais pena de um homem que quer saber e não pode, do que de um faminto. Porque um faminto pode acalmar sua fome facilmente com um pedaço de pão ou com umas frutas, porém um homem que tem ânsia de saber e não possui os meios, sofre uma terrível agonia porque são livros, livros, muitos livros o que necessita e onde estão estes livros?
Livros! Livros! Aqui está uma palavra mágica que equivale a dizer: «amor, amor», e que deveriam pedir os povos como pedem pão ou como desejam a chuva para suas colheitas. Quando o insigne escritor russo Fedor Dostoievski, pai da revolução russa muito mais que Lênin, estava prisioneiro na Sibéria, afastado do mundo, entre quatro paredes e cercado por desoladas planícies de neve infinita; e pedia socorro em carta a sua família distante, somente dizia: «Envia-me livros, livros, muitos livros para que minha alma não morra!». Tinha frio e não pedia fogo, tinha uma sede terrível e não pedia água: pedia livros, ou seja, horizontes, escadas para subir a montanha do espírito e do coração. Porque a agonia física, biológica, natural, de um corpo por fome, sede ou frio, dura pouco, muito pouco, mas a agonia da alma insatisfeita dura a vida inteira.
Já disse o grande Menéndez Pidal, um dos sábios mais verdadeiros da Europa, que o lema da República deve ser: «Cultura». Cultura porque somente através dela se pode resolver os problemas que hoje debate o povo, cheio de fé, porém falto de luz”.
- Setembro de 1931
Foto: Garcia Lorca con niña leyendo.
Fonte: unisinos.br/ blogs/ biblioteca - (publicado em 25.05.2012)
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http://elfikurten.blogspot.com.br/
'Medio pan y un libro’ (Meio pão e um livro)
“Quando alguém vai ao teatro, a um concerto ou mesmo a uma festa de qualquer índole que seja, se a festa é de seu agrado, imediatamente lembra e lamenta que as pessoas que ele ama não se encontrem ali. «Minha irmã e meu pai gostariam de estar aqui», pensa, e não desfruta mais do espetáculo, a não ser através de uma leve melancolia. Esta é a melancolia que eu sinto, não pela gente de minha casa, o que seria pequeno e ruim, mas por todas as criaturas que por falta de meios e por desgraça não desfrutam do supremo bem da beleza que é vida e bondade, serenidade e paixão.
Por isso nunca tenho um livro, porque presenteio todos que compro, que são numerosos, e por isso estou aqui honrado e contente em inaugurar esta biblioteca da cidadezinha, a primeira seguramente de toda a província de Granada.
Não só de pão vive o homem. Eu se tivesse fome e estivesse à míngua na rua não pediria um pão; pediria meio pão e um livro. E daqui eu ataco violentamente aos que somente falam de reivindicações econômicas sem jamais apontar as reivindicações culturais que é o que os povos pedem aos gritos. Bem está que todos os homens comam, porém que todos os homens saibam. Que desfrutem de todos os frutos do espírito humano porque o contrário seria convertê-los em máquinas a serviço do Estado, seria convertê-los em escravos de uma terrível organização social.
Eu tenho muito mais pena de um homem que quer saber e não pode, do que de um faminto. Porque um faminto pode acalmar sua fome facilmente com um pedaço de pão ou com umas frutas, porém um homem que tem ânsia de saber e não possui os meios, sofre uma terrível agonia porque são livros, livros, muitos livros o que necessita e onde estão estes livros?
Livros! Livros! Aqui está uma palavra mágica que equivale a dizer: «amor, amor», e que deveriam pedir os povos como pedem pão ou como desejam a chuva para suas colheitas. Quando o insigne escritor russo Fedor Dostoievski, pai da revolução russa muito mais que Lênin, estava prisioneiro na Sibéria, afastado do mundo, entre quatro paredes e cercado por desoladas planícies de neve infinita; e pedia socorro em carta a sua família distante, somente dizia: «Envia-me livros, livros, muitos livros para que minha alma não morra!». Tinha frio e não pedia fogo, tinha uma sede terrível e não pedia água: pedia livros, ou seja, horizontes, escadas para subir a montanha do espírito e do coração. Porque a agonia física, biológica, natural, de um corpo por fome, sede ou frio, dura pouco, muito pouco, mas a agonia da alma insatisfeita dura a vida inteira.
Já disse o grande Menéndez Pidal, um dos sábios mais verdadeiros da Europa, que o lema da República deve ser: «Cultura». Cultura porque somente através dela se pode resolver os problemas que hoje debate o povo, cheio de fé, porém falto de luz”.
- Setembro de 1931
Foto: Garcia Lorca con niña leyendo.
Fonte: unisinos.br/ blogs/ biblioteca - (publicado em 25.05.2012)
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http://elfikurten.blogspot.com.br/
quinta-feira, 20 de setembro de 2012
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